A defesa de Robinho sofreu mais uma derrota na Justiça nesta quarta-feira (3). A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, por unanimidade, um embargo contra a homologação da pena do ex-jogador, condenado por estupro na Itália. O ministro relator Francisco Falcão destacou que o tema já foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em três ocasiões. Na semana passada, a Suprema Corte manteve a prisão do ex-atleta por 10 votos a 1.
Tentativa de liberdade para Robinho e Ricardo Falco
No julgamento, Falcão também mencionou outro pedido, que buscava a soltura de Ricardo Falco, amigo de Robinho e também condenado pelo crime. Ambos cumprem pena no Brasil. A defesa alegava que a Lei de Migração, utilizada para homologar a sentença, só entrou em vigor em 2017 e, portanto, não poderia ser aplicada ao caso, já que o crime ocorreu em 2013. O argumento, no entanto, foi rejeitado.
Entenda a condenação de Robinho
O ex-jogador foi condenado na Itália a nove anos de prisão pelo estupro de uma jovem albanesa em 2013, quando atuava pelo Milan. O crime ocorreu em uma boate italiana e envolveu outros cinco amigos de Robinho. Entre eles, Ricardo Falco cumpre pena no Brasil; os demais não foram julgados.
Pedido de extradição e cumprimento da pena no Brasil
Após a condenação definitiva em 2022, o Ministério da Justiça da Itália solicitou a extradição de Robinho. Como o Brasil não extradita seus cidadãos, a Justiça italiana pediu que a pena fosse cumprida em território brasileiro, o que foi homologado pelo STJ. Desde então, o ex-jogador permanece preso.






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