Zanin suspende eleição indireta para o governo do RJ e envia caso ao plenário presencial

O ministro defende que a complexidade do tema exige uma discussão conjunta e presencial embora a definição da data dependa do presidente do STF, ministro Edson Fachin

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (27) a realização de eleições indiretas para o governo do Rio de Janeiro. Com a decisão, o presidente do Tribunal de Justiça do estado, Ricardo Couto de Castro, permanece no exercício do cargo de chefe do Executivo até que a Corte julgue o mérito do processo.

A determinação de Zanin interrompe o julgamento que ocorria no Plenário Virtual. O ministro defende que a complexidade do tema exige uma discussão conjunta e presencial, embora a definição da data dependa do presidente do STF, ministro Edson Fachin.

Entenda o caso
A movimentação ocorre após o PSD protocolar uma nova ação no Supremo para suspender o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia liberado o pleito indireto. Relator do caso, Zanin já se manifestou anteriormente a favor de eleições diretas no estado.

Agora, as duas ações que tratam da sucessão fluminense serão analisadas simultaneamente pelos ministros no plenário físico da Corte.

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