Gerente do tráfico é preso por suspeita de envolvimento na morte de policial no Muquiço

Investigado foi localizado após cruzamento de informações de inteligência e tinha mandado de prisão por três crimes

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Um homem investigado por suspeita de envolvimento no ataque a tiros que matou o policial civil Carlos Alberto Freire Neto, em julho deste ano, foi preso na comunidade do Muquiço, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Conhecido como Xandão, ele é apontado pelas autoridades como um dos responsáveis pelo tráfico de drogas na região.

A prisão ocorreu após um trabalho de inteligência que reuniu informações das polícias Civil e Militar. Com base nos dados levantados, os agentes conseguiram identificar o paradeiro do investigado, que estava na própria comunidade.

O ataque que resultou na morte de Carlos Alberto Freire Neto aconteceu enquanto equipes policiais realizavam diligências na região. Desde então, as circunstâncias do crime e a possível participação de outros envolvidos são objeto de investigação.

Segundo a Polícia Civil, Xandão é investigado por sua suposta participação na ação criminosa. A corporação, no entanto, não detalhou qual teria sido a atuação específica dele no ataque que matou o agente.

Operação conjunta localizou o investigado

A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e da 59ª DP (Duque de Caxias), com apoio de policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda). Após o compartilhamento de informações de inteligência, os agentes organizaram a ação para localizar e capturar o suspeito no Muquiço.

De acordo com os policiais, o homem não ofereceu resistência durante a abordagem. Ele foi detido e conduzido à delegacia para o cumprimento dos procedimentos legais. Contra Xandão havia um mandado de prisão pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A ordem judicial cumprida durante a operação está relacionada a essas acusações. A investigação sobre o possível envolvimento do preso na morte do policial civil constitui outra frente de apuração.

A Polícia Civil busca esclarecer as circunstâncias do ataque ocorrido em julho e identificar todos os responsáveis pela morte de Carlos Alberto Freire Neto. O suspeito permanece à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem.

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