O União Brasil oficializou nesta segunda-feira (8) a expulsão do ministro do Turismo, Celso Sabino, que decidiu permanecer no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mesmo após a sigla determinar o desembarque de todos os filiados com mandato.
A ruptura era considerada inevitável desde setembro, quando o comando do União Brasil decidiu romper com o governo federal, mas preservou aliados sem mandato acomodados em estatais. Sabino, deputado federal licenciado, tornou-se o principal alvo do diretório nacional ao insistir em permanecer no cargo, especialmente às vésperas da COP30, que ocorrerá no Pará — seu estado de origem — e que fortaleceria sua projeção política.
Pressão crescente e recuos sucessivos
A expulsão encerra uma sequência de ameaças de saída e recuos por parte de Sabino. O ministro chegou a entregar uma carta de demissão ao presidente Lula, mas desistiu posteriormente, alegando necessidade de continuidade em projetos da pasta.
No fim de novembro, o Conselho de Ética do União Brasil recomendou não apenas sua expulsão, mas também a dissolução do diretório estadual do Pará, presidido por Sabino, substituído por uma comissão provisória






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