A Polícia Civil investiga se a chamada “máfia do cigarro” está por trás do sequestro seguido de morte de um jornaleiro que desapareceu há dois meses em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
O caso está sendo tratado como homicídio mesmo sem a localização do corpo devido às provas obtidas ao longo da investigação.
Segundo a Polícia Civil, o crime foi motivado devido à atuação de Eduardo Aguiar Ferreira, 24, no mercado de cigarros contrabandeados. Eduardo já havia sido preso em flagrante em 2023 com um carregamento roubado de cigarros. A Polícia Civil suspeita que ele atuava como intermediário na distribuição de produtos de origem ilícita.

Uma câmera de segurança flagrou quando Eduardo Aguiar Ferreira, 24, foi forçado por três homens a entrar em um carro.
Dias após o desaparecimento, o veículo usado no crime foi encontrado carbonizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, reforçando a linha de investigação que indica que houve sequestro seguido de homicídio. Dois homens foram presos preventivamente.

Duas semanas após o crime, Rafael Gonçalves Pacheco foi capturado em Del Castilho, Zona Norte do Rio. Já Thiago Brício Nogueira foi detido no fim de dezembro, também em Del Castilho. No momento da abordagem, ele tentou se esconder em um compartimento no teto do imóvel, segundo os agentes envolvidos na operação. A Agenda do Poder não localizou a defesa dos suspeitos presos. O espaço segue aberto para manifestações.






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