Justiça expede novo mandado contra Adilsinho por morte ligada à máfia dos cigarros

Segundo a polícia, Adilson Oliveira Coutinho Filho é apontado como mandante do assassinato ocorrido após enterro em Inhaúma

Apontado como chefe da máfia dos cigarros, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, soma agora mais um mandado de prisão por homicídio no Rio. O crime teria sido motivado por disputa no contrabando.

Adilsinho é apontado pela Polícia Civil como mandante do assassinato de Fábio de Alamar Leite, morto a tiros no Rio de Janeiro. A investigação indica que o crime está ligado a uma disputa pela venda ilegal de cigarros, ramo explorado por organizações criminosas na capital.

De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Fábio de Alamar Leite foi executado quando deixava o enterro do ex-sócio, Fabrício, no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio. Para os investigadores, há indícios de que ambos tenham sido mortos por integrantes da mesma organização criminosa.

Além de Adilsinho, outros dois homens também são considerados foragidos por envolvimento direto no crime. As ordens judiciais foram expedidas após o avanço das investigações, que reuniram depoimentos, análises de inteligência e cruzamento de informações.

Atualmente foragido, Adilsinho já acumula pelo menos dois mandados de prisão anteriores. Na Justiça Federal, ele é apontado como chefe da máfia dos cigarros, com atuação no contrabando e distribuição ilegal do produto. Já na Justiça do Rio, responde como mandante de assassinatos de rivais ligados ao Jogo do Bicho.

A Polícia Civil também investiga o suspeito como possível mandante de outras execuções, o que pode resultar em novos pedidos de prisão nos próximos dias. As autoridades pedem que informações sobre o paradeiro dos envolvidos sejam repassadas de forma anônima ao Disque-Denúncia.

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