A alta de preços perdeu força nas sete capitais monitoradas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) no encerramento de outubro de 2026. A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) passou de 0,46% para 0,32% entre a terceira e a quarta quadrissemana do mês. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 4,14%.
O Rio de Janeiro registrou a maior desaceleração entre as capitais pesquisadas. A taxa caiu de 0,65% para 0,26%, uma diferença de 0,39 ponto percentual. Belo Horizonte e São Paulo vieram em seguida, com recuo de 0,15 ponto percentual cada.
Recife tem a maior alta, e Porto Alegre, a menor
Mesmo com a desaceleração de 0,92% para 0,79%, o Recife encerrou outubro com a maior taxa entre as capitais pesquisadas. As passagens aéreas foram o principal fator de pressão sobre o índice local, com aumento de 12,91%.
Porto Alegre teve a menor alta, de 0,12%, ante 0,16% na medição anterior. A queda de 20,04% no preço do tomate ajudou a aliviar o custo da alimentação no domicílio na capital gaúcha.
Veja a variação nas sete capitais
| Capital | Terceira quadrissemana | Quarta quadrissemana |
|---|---|---|
| Recife | 0,92% | 0,79% |
| São Paulo | 0,52% | 0,37% |
| Belo Horizonte | 0,49% | 0,34% |
| Salvador | 0,38% | 0,33% |
| Rio de Janeiro | 0,65% | 0,26% |
| Brasília | 0,37% | 0,24% |
| Porto Alegre | 0,16% |







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