Frescobol ganha impulso para se consolidar como expressão cultural do Rio

Medida aprovada em primeira discussão na Alerj prevê incentivo à modalidade em escolas e comunidades, distribuição de kits esportivos e regras para a prática nas praias

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Raquetes nas mãos, bola no ar e jogadores à beira-mar. Cena comum nas praias do Rio de Janeiro, o frescobol poderá ganhar novas iniciativas de incentivo e preservação como expressão cultural fluminense. A Assembleia Legislativa (Alerj) aprovou em primeira discussão, nesta quarta-feira (09), uma proposta que cria um programa estadual dedicado à modalidade.

De autoria do deputado Guilherme Schleder (PSD), o projeto de lei 7.732/26 institui o Programa Estadual de Incentivo ao Frescobol. A iniciativa busca estimular a prática esportiva e, ao mesmo tempo, estabelecer condições para uma convivência segura entre jogadores e banhistas nos espaços públicos.

A proposta ainda precisa passar por uma segunda votação no plenário antes de concluir sua tramitação no Legislativo estadual.

Incentivo em escolas e comunidades

Entre as medidas previstas está o estímulo à prática do frescobol em escolas, comunidades e espaços públicos. O programa também poderá apoiar eventos, competições e outras atividades relacionadas à modalidade.

Outra possibilidade é a distribuição de kits esportivos em escolas públicas e comunidades. A medida busca ampliar o acesso aos equipamentos necessários para a prática do frescobol e incentivar a participação de novos praticantes.

O programa também prevê apoio à capacitação de professores e monitores que possam atuar em atividades relacionadas ao esporte.

A proposta procura, dessa forma, ampliar a presença do frescobol para além das praias, incluindo espaços educacionais e comunitários nas ações de incentivo à modalidade.

Convivência nas praias

A prática do frescobol em áreas movimentadas também está contemplada no texto. O programa prevê ações destinadas a garantir segurança e convivência respeitosa entre jogadores e banhistas.

Entre as iniciativas está o estímulo à elaboração de normas e boas práticas para a modalidade nas praias e em outras áreas públicas, considerando a utilização de horários e locais apropriados.

A intenção é conciliar o incentivo ao esporte com a organização dos espaços compartilhados, especialmente nas praias, onde jogadores dividem a faixa de areia com banhistas e outros frequentadores.

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