O Datafolha divulga no início da noite desta quinta-feira (24) uma nova pesquisa sobre a disputa pela Presidência da República. O levantamento vai atualizar o cenário de intenção de voto após a rodada anterior mostrar uma diferença dentro da margem de erro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno.
A divulgação ocorre em meio à movimentação política que antecede as eleições de 2026 e após semanas de forte repercussão da crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Além da corrida presidencial, o instituto realizou entrevistas sobre as disputas pelo governos d Rio de Janeiro e mais três estados, São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco, e também o Distrito Federal.
Pesquisa anterior mostrou diferença de três pontos
Na pesquisa divulgada em 17 de setembro, Lula aparecia com 39% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 36%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os resultados configuravam empate técnico.
No segundo turno, o levantamento apontava 46% para Lula e 44% para Flávio Bolsonaro. O resultado mantinha cenário semelhante ao registrado na rodada anterior.
A pesquisa anterior foi realizada em um período de grande exposição da crise entre integrantes do STF, tema que ocupou espaço relevante no noticiário político e passou a fazer parte do ambiente pré-eleitoral.
Novo levantamento ouviu 2.002 eleitores
A nova pesquisa começou a ser realizada na terça-feira (22) e reúne 2.002 entrevistas. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-00304/2026.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os novos números devem permitir a comparação com o cenário identificado pelo instituto na semana anterior.
Pesquisa não representa previsão da eleição
Os percentuais de pesquisas eleitorais representam o cenário encontrado entre os entrevistados no período em que as entrevistas são realizadas. Por isso, os números podem mudar conforme novos acontecimentos políticos e a evolução da campanha.
O próprio levantamento não deve ser interpretado como uma previsão do resultado das eleições, mas como uma fotografia das intenções de voto no momento da coleta dos dados.







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