Vice-presidente do Bank of America morre esfaqueada em ataque na Times Square

Erin Piacenti foi identificada como a mulher morta durante o ataque; turista de 68 anos também foi ferido, e suspeita morreu após ser baleada pela polícia

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A vice-presidente do Bank of America Erin Piacenti foi identificada como a mulher morta durante um ataque a facadas na Times Square, em Nova York, nesta segunda-feira. A executiva foi atingida no abdômen, perto da Rua 42 com a Sétima Avenida, e morreu após ser levada a um hospital.

Além dela, um turista de 68 anos também foi esfaqueado e recebeu atendimento médico. O homem estava acompanhado da esposa quando foi atacado e permanece em condição estável.

Suspeita atacou duas pessoas em sequência

Segundo a comissária de polícia de Nova York, Jessica Tisch, a suspeita, Pamela Cisneros, de 49 anos, abordou inicialmente o turista no cruzamento da Rua 41 Oeste com a Sétima Avenida. Armada com duas facas, ela atingiu o homem no abdômen enquanto o casal aguardava para atravessar a rua.

Cerca de 20 segundos depois, Cisneros caminhou pela Sétima Avenida em direção ao norte e atacou Piacenti. A executiva foi socorrida e encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O principal escritório do Bank of America em Manhattan fica no One Bryant Park, nas proximidades da Times Square.

Polícia tentou conter mulher antes dos disparos

Testemunhas acionaram policiais que estavam nas proximidades. Os agentes localizaram Cisneros entre as ruas 42 e 43, ainda segurando as duas facas. Segundo Tisch, eles passaram aproximadamente quatro minutos tentando convencê-la a largar as armas.

Durante a abordagem, a mulher teria dito aos policiais: “Não vou largar nada. Prefiro matar vocês dois”. Na sequência, avançou contra os agentes. A polícia utilizou armas de choque, mas os dispositivos não conseguiram interromper a ação.

Dois policiais então atiraram contra Cisneros. Ela recebeu atendimento médico e foi levada ao Bellevue Hospital, onde morreu. A suspeita não tinha histórico de prisões registrado pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD). Registros apontam, porém, dois atendimentos relacionados à saúde mental, em 2018 e 2019.

Os investigadores afirmaram não ter encontrado indícios de que o ataque tenha sido motivado por terrorismo

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