Kaylane Letícia Castro da Silva, de 22 anos, foi encontrada morta na sexta-feira (14), às margens do Rio Paraíba do Sul, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. A jovem estava desaparecida desde a noite anterior, quando saiu de casa para ir à faculdade.
Estudante da Faculdade de Tecnologia (Fatec), Kaylane cursava Gestão da Tecnologia da Informação. Segundo o pai, Sidney Teixeira, ela era sua única filha, tinha muitos amigos e era conhecida pelo carinho com crianças, idosos e animais.
O corpo foi localizado por equipes do Corpo de Bombeiros durante uma ocorrência de resgate. A identidade da jovem foi confirmada posteriormente pela família.
Família iniciou buscas após desaparecimento
De acordo com os familiares, Kaylane saiu de casa por volta das 17h50 de quinta-feira (13), com destino à Fatec. A previsão era de que ela retornasse aproximadamente às 23h, mas a estudante não voltou.
Diante do desaparecimento, os familiares registraram um boletim de ocorrência e começaram a procurar pela jovem. Durante as buscas, receberam a informação de que o celular e outros pertences dela haviam sido encontrados abandonados em uma área próxima ao Bosque da Amizade.
Os familiares foram até o local, recolheram os objetos e fizeram buscas nas proximidades, mas não conseguiram localizar Kaylane naquele momento.
Corpo foi encontrado na manhã seguinte
Na manhã de sexta-feira (14), equipes do Corpo de Bombeiros foram chamadas para atender uma ocorrência envolvendo o resgate de um corpo. No local, encontraram uma mulher sem vida, posteriormente identificada como Kaylane.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte. Até o momento, não há confirmação sobre a causa do óbito.
O pai relatou que Kaylane fazia tratamento para depressão desde 2017 e que já havia passado por uma tentativa de suicídio. A informação, porém, não determina a causa da morte, que ainda depende da investigação policial.
Pai lamenta perda da filha
Sidney Teixeira descreveu a filha como uma pessoa querida por familiares, amigos e pessoas próximas. Em meio à dor, destacou o vínculo que Kaylane mantinha com animais, crianças e idosos.
A família agora aguarda o avanço das investigações para esclarecer o que aconteceu desde o momento em que a jovem saiu de casa até a localização do corpo às margens do Rio Paraíba do Sul.
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias do caso e determinar a causa da morte da universitária.







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