Rock in Rio terá reforço de mais de 1.700 policiais civis durante o festival

Ao todo, 725 agentes atuarão diretamente na Cidade do Rock, com equipes uniformizadas e à paisana; operação terá foco na prevenção e repressão a furtos e roubos de celulares

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O Rock in Rio 2026, que começa nesta sexta-feira (4), terá um esquema especial de segurança com 1.740 policiais civis mobilizados pelo Governo do Rio. Desse total, 725 agentes estarão na Cidade do Rock, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, durante os dias de festival. A estratégia terá como uma das prioridades o combate a furtos e roubos, especialmente de celulares.

O policiamento será feito por equipes uniformizadas e à paisana. Dentro do evento, a Polícia Civil também terá uma extensão da 16ª DP (Barra da Tijuca), que funcionará em parceria com o Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos.

A estrutura contará ainda com seis pontos equipados com tablets para o registro digital de ocorrências, além do suporte da Central de Flagrantes Digital (CFDigital). A ideia é agilizar o atendimento e evitar que casos registrados durante o festival dependam exclusivamente do deslocamento até uma delegacia.

Delegacias da região também terão reforço

O esquema de segurança não ficará restrito à Cidade do Rock. Delegacias da região também receberão reforço durante o evento, entre elas a 32ª DP (Taquara), a 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) e a Delegacia de Apoio ao Turismo (Deat).

O monitoramento será integrado entre as forças de segurança. Participarão da operação a Subsecretaria de Inteligência (Ssinte), o Centro de Operações da Cidade do Rock e outros órgãos de segurança pública.

Atendimento especializado

A Polícia Civil também mobilizará equipes especializadas para atender ocorrências envolvendo mulheres, crianças e adolescentes, idosos, turistas e vítimas de crimes raciais e delitos de intolerância.

De acordo com a corporação, estarão mobilizadas equipes da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti), da Deat e da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).

As equipes ficarão responsáveis pelo acolhimento das vítimas e pelo encaminhamento dos casos às unidades especializadas. A Polícia Civil informou ainda que peritos criminais e médicos-legistas também permanecerão de plantão durante o festival para prestar suporte técnico nas ocorrências que exigirem exames ou outros procedimentos especializados.

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