O corpo do ator e diretor Gracindo Jr. foi velado, na tarde desta quinta-feira (3), no Crematório e Cemitério Vertical da Penitência, no Caju, Zona Portuária do Rio de Janeiro. O artista faleceu em sua residência na noite desta terça-feira (2), aos 83 anos.
A cerimônia reuniu familiares, a viúva Daisy Poli, os quatro filhos — Daniela, Gabriel, Pedro e Yan — e colegas de profissão, como o ator Othon Bastos, para as últimas homenagens. A cremação foi agendada para as 14h10.
Trajetória marcada pelo rádio, teatro e televisão
Filho do icônico ator Paulo Gracindo (1911-1995), Epaminondas Xavier Gracindo nasceu no Rio de Janeiro em 21 de maio de 1943 e começou a carreira aos 15 anos na Rádio Nacional. Ao longo de mais de seis décadas de produção artística, atuou como ator, diretor, redator e produtor.
Gracindo Jr. estreou na TV Globo em 1965, ano de fundação do canal. Contracenou com o pai em produções marcantes como O Bem-Amado (1973), Os Ossos do Barão (1973) e O Casarão (1976). Atuou também em sucessos como Dona Beija (1986, TV Manchete), O Salvador da Pátria (1989), Rainha da Sucata (1990), Explode Coração (1995) e Celebridade (2003). A partir de 2006, integrou produções da TV Record, como Cidadão Brasileiro e a minissérie Rei Davi (2012). Seu último trabalho foi na série Homens? (2019).
Direção
O artista esteve à frente do núcleo de novelas das 18h da Globo na década de 1970, dirigiu o programa Os Trapalhões nos anos 1980 e participou da formação da linguagem dos videoclipes do Fantástico.
Participou de mais de 20 peças teatrais, tendo dirigido os dois últimos espetáculos da vida de seu pai. No cinema, atuou em longas como Os Trapalhões na Serra Pelada (1982), A Selva (2004) e Primo Basílio (2006)







Deixe um comentário