O RioPrevidência vendeu nesta terça-feira (15) por R$ 23,3 milhões um terreno de 11,3 mil metros quadrados em uma das áreas mais valorizadas da Zona Sul do Rio. Localizado na Ilha dos Caiçaras, na Lagoa Rodrigo de Freitas, o lote foi arrematado pelo próprio Clube Caiçaras, que já utilizava o espaço havia décadas mediante pagamento mensal ao governo do Estado.
A negociação chamou atenção não apenas pela localização e pelo tamanho da área. O terreno, equivalente a aproximadamente um terço de toda a Ilha dos Caiçaras, foi vendido exatamente pelo preço mínimo estabelecido no edital: R$ 23,3 milhões.
Segundo o RioPrevidência, responsável pela gestão previdenciária dos servidores estaduais, o leilão integra um processo de venda de ativos com o objetivo de reforçar o caixa da instituição.
Clube já ocupava terreno
O resultado do leilão manteve a área nas mãos de quem já fazia uso do espaço. O Clube Caiçaras foi o vencedor da disputa e adquiriu definitivamente o terreno que ocupava havia décadas.
Até a venda, a utilização ocorria mediante pagamento mensal ao governo estadual. A documentação apresentada na reportagem original não informa o valor desse pagamento nem detalha eventuais mudanças previstas para a utilização do imóvel após a aquisição.
O terreno possui 11.300 metros quadrados. Pela dimensão, representa cerca de um terço da Ilha dos Caiçaras, situada na Lagoa Rodrigo de Freitas.
Venda pelo preço mínimo
Outro ponto do leilão foi o valor da operação. O Clube Caiçaras arrematou o imóvel por R$ 23,3 milhões, exatamente o lance mínimo estabelecido previamente no edital.
Com isso, a negociação foi concluída sem valorização sobre o piso definido para a alienação do patrimônio.
As informações disponíveis não detalham quantos interessados participaram do leilão nem indicam a existência de outros lances durante a disputa. Por isso, não é possível estabelecer, a partir dos dados divulgados, se houve concorrência efetiva pelo imóvel.
RioPrevidência busca reforçar caixa
A alienação faz parte de uma estratégia mais ampla de venda de ativos do RioPrevidência. De acordo com a instituição, a iniciativa tem como finalidade reforçar seu caixa.
A operação transfere definitivamente ao Clube Caiçaras uma área que já estava sob sua utilização havia décadas, encerrando o modelo pelo qual o espaço permanecia como patrimônio do RioPrevidência enquanto era usado pelo clube mediante pagamento ao Estado.
Esta reportagem foi produzida com base em informações originalmente divulgadas pelo RJ2.







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