Presidente da comissão de Saneamento da Alerj, o deputado Gustavo Schmidt (PSL) afirmou que o projeto de concessão da Cedae, formulado pelo BNDES, precisa ser mais detalhado, Segundo ele, o valor de R$ 1,46 por metro cúbico de água, definido na proposta, é insuficiente. Ele disse que o estado terá prejuízo. Schmidt agendou reunião na próxima semana com deputados e funcionários da companhia, contrários à concessão.
— A estação do Guandu será deficitária, e muito. O governo vai acabar ficando com a conta — critica Schmidt, estimando que cerca de 50 dos 70 deputados não são favoráveis à concessão.
Engenheiro, com ampla experiência em planejamento de obras públicas, o deputado Luiz Paulo também critica a falta de transparência do modelo. Na sua opinião, o cálculo feito para se chegar ao valor não está claro na proposta do BNDES.
— Há necessidade de um demonstrativo técnico que comprove o preço a ser pago pela água tratada — diz.
O deputado Eliomar Coelho (PSOL) afirmou que vai apresentar requerimentos de informação sobre detalhes do projeto, e diz que há falta de transparência:
— Já estamos envolvidos e organizados com setores da sociedade civil, com outros deputados e com servidores da Cedae para nos inteirarmos do que está sendo feito por detrás dessa blindagem.
Preço da água definido pelo BNDES tornará a Cedae deficitária
Presidente da comissão de Saneamento da Alerj, o deputado Gustavo Schmidt (PSL) afirmou que o projeto de concessão da Cedae, formulado pelo BNDES, precisa ser mais detalhado, Segundo ele, o valor de R$ 1,46 por metro cúbico de água, definido na proposta, é insuficiente. Ele disse que o estado terá prejuízo. Schmidt agendou reunião na…






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