Partidos que compõem coligação de Ruas ameaçam paralisar o Congresso se linha sucessória do Rio não for respeitada

Nomes como Sóstenes Cavalcante, Carlos Portinho, Doutor Luizinho, Tereza Cristina; Pedro Lucas Fernandes e Dorinha Seabra fazem parte da ação

Rodrigo Vilela

Lideranças de partidos que compõem a coligação em torno da candidatura de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio ameaçam obstruir a pauta do Congresso Nacional como forma de pressionar contra a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, que garantiu a permanência do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Ricardo Couto, no comando do Palácio Guanabara.

Eles pedem para que a linha sucessória seja respeitada e que Ruas assuma o governo, já que ele foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Nomes como Sóstenes Cavalcante, Carlos Portinho, Doutor Luizinho, Tereza Cristina; Pedro Lucas Fernandes e Dorinha Seabra fazem parte da ação.

Portinho reforça que a decisão do STF afronta a Constituição.

“O que acontece no Rio é a materialização de um estado judiciário de exceção”, afirma.

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