Deputados federais, estaduais e dirigentes do Cidadania articulam uma saída em bloco da legenda, alegando perseguição política e financeira por parte de membros das estruturas partidárias.
Uma das medidas que o grupo prepara é a contratação de uma auditoria independente para analisar a movimentação financeira da sigla. Com base nas conclusões, acreditam que terão segurança jurídica para deixar a legenda sem correr o risco de perder o mandato.
A movimentação inclui a bancada federal, hoje restrita a quatro deputados, além de ao menos 12 dos 18 deputados estaduais e ex-parlamentares.
A revolta do grupo não é contra o presidente do Cidadania, Roberto Freire que tenta esvaziar o movimento, mas contra dirigentes internos. O pano de fundo é uma avaliação de que o Cidadania tende a desaparecer nos próximos anos e que não é mais uma opção eleitoral viável.
Caso a saída seja concretizada, os destinos prováveis dos dissidentes seriam PSD, PSB, PSDB e MDB.
(As informações são do Painel, da Folha)





