Manoel Marins, pai de Juliana Marins, emocionou milhares de pessoas nas redes sociais ao mostrar a tatuagem que fez em homenagem à filha. O desenho escolhido foi um beija-flor, símbolo que, segundo ele, representa a liberdade, a vontade e a coragem — traços que definem a jovem de 26 anos, que morreu durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia.
Juliana caiu de um penhasco de cerca de 300 metros enquanto fazia o percurso no vulcão localizado na ilha de Lombok. Ela estava desaparecida desde o incidente e foi encontrada sem vida no dia 24 de junho, após tentativas de resgate no local de difícil acesso.
A jovem morava em Niterói, no Rio de Janeiro, e estava em viagem pela Ásia desde fevereiro deste ano. Em seu mochilão, já havia passado pelas Filipinas, Vietnã e Tailândia, compartilhando com amigos e seguidores momentos de sua jornada por meio de postagens cheias de entusiasmo e alegria.
Juliana era conhecida pelo espírito livre e pela paixão por aventuras. Na legenda da publicação em que mostra a tatuagem, Manoel escreveu: “Juliana queria voar, conhecer o mundo e morreu fazendo o que mais gostava. Era pura alegria de viver.”
Beija-flor simboliza liberdade e leveza
O beija-flor tatuado por Manoel é mais do que uma simples homenagem visual. Ele explicou que o desenho foi escolhido por representar um ser que voa livremente, se alimenta das flores e se equilibra no ar com leveza e persistência. Para ele, o símbolo traduz a essência da filha, que sempre buscava novos caminhos e experiências, movida por curiosidade e entusiasmo.
A publicação feita por Manoel já ultrapassou 18 mil curtidas e recebeu milhares de mensagens de solidariedade e apoio de pessoas comovidas com a forma como ele escolheu eternizar a memória da filha.
A morte de Juliana comoveu não apenas familiares e amigos, mas também seguidores que acompanharam sua trajetória pelas redes sociais. A história da jovem que se lançou pelo mundo para viver intensamente agora ganha um novo capítulo, marcado pela saudade e pelo gesto simbólico de um pai que encontrou na arte da tatuagem uma maneira de manter viva a presença da filha.
A tragédia que tirou a vida de Juliana transformou-se, nas palavras e no gesto do pai, em um ato de amor e memória. Um voo interrompido, mas jamais esquecido.






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