A morte de Sumara Oliveira de Araújo, 28 anos, na noite desta segunda-feira (29), na comunidade do Dique, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, ganhou novos contornos. A mulher foi executada por criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP), que filmaram a ação e publicaram nas redes sociais.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que busca identificar os autores e apura as circunstâncias do crime. A principal linha de investigação é de que o ex-marido da vítima seria integrante de uma facção rival.
Segundo relatos, Sumara estava com os dois filhos, de 3 e 5 anos, quando homens armados do Barro Vermelho, ligados ao TCP, invadiram o Dique, área dominada pelo Comando Vermelho (CV). A jovem foi levada para outro ponto da comunidade, onde foi executada.
No vídeo que circula nas redes sociais, ela aparece caída no chão, com marcas de sangue, descalça e pede para não ser morta. “Eu tenho filho, por favor”, diz, pouco antes de ser atingida por dois tiros de fuzil.
No primeiro momento, circulou a versão de que Sumara teria sido vítima de uma bala perdida durante um confronto entre facções. Com a divulgação do vídeo da execução, a polícia confirmou que ela foi assassinada de forma deliberada pelos criminosos.
*Estagiária sob supervisão de Thiago Antunes






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