pessoas em Praia Grande, no sul do estado, em junho de 2025. A denúncia foi protocolada na segunda-feira (26 de outubro de 2026).
Além da responsabilização criminal, o órgão pediu o pagamento de indenizações aos 12 passageiros que sobreviveram ao acidente e aos sucessores das oito vítimas fatais.
Investigação aponta falhas no equipamento
Segundo o Ministério Público, o piloto transportou no cesto do balão um maçarico sem trava de segurança. A acusação afirma que ele também não verificou, antes da decolagem, que a válvula do equipamento estava parcialmente aberta.
De acordo com a investigação, o maçarico caiu, acionou uma chama e deu início ao incêndio que atingiu o balão durante o voo.
Acusação cita demora no pouso de emergência
A Promotoria também atribui ao piloto demora na realização do pouso forçado e afirma que ele abandonou o balão sem manter o controle da abertura superior.
Conforme a denúncia, essas circunstâncias fizeram com que o balão voltasse a subir em chamas, ainda com oito pessoas a bordo. O acidente ocorreu em junho de 2025, em Praia Grande, município catarinense conhecido pela prática de balonismo.
Justiça vai analisar a denúncia
O processo tramita sob sigilo judicial. Caberá à Justiça decidir se recebe a denúncia apresentada pelo Ministério Público.
Caso a acusação seja recebida, o processo criminal poderá avançar para as próximas etapas, nas quais serão analisadas as responsabilidades atribuídas ao piloto pelo acidente.







Deixe um comentário