A macaca-prego que havia sido baleada na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, no último dia 9 de setembro, morreu neste domingo (22) durante um procedimento anestésico no Instituto Vida Livre, onde recebia tratamento intensivo. O animal, batizado de Maria, foi atingido na região cervical por um projétil de chumbinho, o que a deixou paraplégica.
Segundo o Instituto Vida Livre, Maria vinha recebendo cuidados diários, como aquecimento e alimentação assistida, desde que foi resgatada. A instituição informou, em nota publicada nas redes sociais, que a primata “não resistiu ao procedimento anestésico” necessário para a continuidade do tratamento.
“A Maria foi vítima de um disparo que a deixou paraplégica. Apesar de todos os esforços da equipe, ela não resistiu”, lamentou o instituto em publicação no Instagram.
Ainda não há informações sobre a autoria do disparo. A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) instaurou um inquérito para investigar o caso após ser notificada do crime.
O Instituto Vida Livre aproveitou o caso para chamar atenção sobre os recorrentes episódios de violência contra a fauna silvestre. “Nossos animais silvestres estão expostos à mesma violência e negligência que nós”, destacou a organização.






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