Moraes mantém prisão de homem que destruiu relógio histórico nos atos antidemocráticos do 8 de janeiro

Desde sua prisão, em janeiro, a defesa havia solicitado a revogação da medida

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão preventiva de Antônio Cláudio Alves Ferreira, de 30 anos, condenado por danificar o relógio histórico no Palácio do Planalto durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Desde sua prisão em janeiro, a defesa havia solicitado a revogação da medida, mas o pedido foi negado por Moraes.

Nesta semana, o STF formou maioria para condenar Antônio Cláudio Alves Ferreira a 17 anos de prisão. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, propôs a pena, que foi acatada pela maioria da Corte. O relógio danificado foi trazido ao Brasil por dom João VI em 1808.

Ferreira foi condenado pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, e dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável contra o patrimônio da União, resultando em considerável prejuízo.

O relógio do século XVII foi um presente da Corte Francesa a dom João VI, confeccionado por Balthazar Martinot, relojoeiro de Luís XIV e um dos mais renomados da história. Existem apenas dois exemplares desse relógio no mundo, sendo que o outro está localizado no Palácio de Versailles.

Com informações do Metrópoles.  

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