Familiares e amigos de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, se reuniram nesta terça-feira (19) para o sepultamento do corpo da jovem no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte. Ela foi assassinada na madrugada do último domingo (17) após ser agredida brutalmente durante um baile funk no Campo do Olaria, em Senador Camará, na Zona Oeste.
Segundo a família, Sther não tinha nenhuma ligação com o crime. Os parentes apontam que a jovem teria sido espancada até a morte por se recusar a ficar com o traficante Bruno da Silva Loureiro, o Coronel, chefe da favela do Muquiço e ligado ao Terceiro Comando Puro (TCP), que a teria agredido com a ajuda de outros bandidos.
Ainda de acordo com familiares, a jovem era repleta de sonhos e vivia um período de colocar planos em andamento. Ontem (18) ela iniciaria um curso que se programava há meses para começar, além de ter comprado uma moto recentemente. “Ela tinha o sonho de ser mãe de menino, tinha o sonho de casar”, disse a irmã de Sther nas redes sociais.
Investigação
Segundo um familiar, o corpo de Sther foi entregue desfigurado e com roupas diferentes da que ela teria ido ao baile. A jovem chegou a ser levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas deu entrada já sem vida. O caso foi registrado na 34ª DP (Bangu) e encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que busca identificar os responsáveis pela morte e esclarecer a motivação. A polícia apura se o Coronel teria ligação com a morte de Sther.






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