Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos do trem em Santa Cruz

Um homem foi encontrado morto com sinais de lesões por choque elétrico, nas proximidades da estação de trem de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, na manhã desta quinta-feira (6). De acordo com a SuperVia, ele tentava furtar cabos de energia quando recebeu a descarga elétrica. Apesar do ocorrido, a circulação do ramal Santa Cruz…

Um homem foi encontrado morto com sinais de lesões por choque elétrico, nas proximidades da estação de trem de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, na manhã desta quinta-feira (6). De acordo com a SuperVia, ele tentava furtar cabos de energia quando recebeu a descarga elétrica. Apesar do ocorrido, a circulação do ramal Santa Cruz não foi afetada. Segundo a SuperVia, entre janeiro e março deste ano, foram 193 ocorrências de furto de cabos. 

Por volta das 5h, o Corpo de Bombeiros foi acionado para a retirada do corpo. Equipes do 27º BPM (Santa Cruz) também estiveram no local e isolaram a área para a perícia da Polícia Civil, que registrou o caso na 36ª DP (Santa Cruz).

Em nota, a SuperVia lamentou o caso e afirmou que reforça constantemente, por meio de avisos e campanhas educativas, a importância de respeitar as normas de segurança dentro do sistema ferroviário. “O respeito a essas regras é imprescindível para evitar acidentes, que colocam em risco a vida de pessoas que acessam a via de forma irregular, além de causar prejuízos à circulação”, comentou.

Neste ano, de acordo com a concessionária, foram registradas 193 ocorrências de furto de cabos entre janeiro e março, totalizando mais de 12 km. O ramal de Deodoro conta com o maior número de registros, sendo que os trechos entre as estações Riachuelo e Engenho Novo e entre Engenho de Dentro e Quintino são os mais problemáticos.

Já entre fevereiro de 2022 e março de 2023, a SuperVia teve 1.701 ocorrências de furto de cabos em seu sistema. Isso representa mais de quatro furtos por dia, causando um prejuízo financeiro de mais de R$ 12 milhões para a empresa. Foram furtados cerca de 130 km de cabos do sistema ferroviário: quantidade de fio que poderia fazer o trajeto da Central do Brasil e Guapimirim por duas vezes. 

Para tentar atenuar o problema, a concessionária investiu R$ 40 milhões em segurança no último ano. E atua de maneira integrada com as polícias Militar e Civil, fornecendo informações que ajudem os órgãos de segurança pública a mapear a mancha criminal e a reduzir os casos de furto.

Com informações de O Dia.

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