Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegam ao início oficial da campanha presidencial enfrentando índices de rejeição superiores a 50% do eleitorado. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra o senador com 55% e o presidente, candidato à reeleição, com 53%.
Apesar de Flávio aparecer numericamente à frente, os dois estão tecnicamente empatados nesse indicador, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e pelo jornal O Globo e é o primeiro realizado pelo instituto desde o início oficial da campanha eleitoral. A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro.
Na sequência do ranking aparece Pablo Marçal (PRTB), rejeitado por 44% dos entrevistados. Ronaldo Caiado (PSD) registra 40%, enquanto Romeu Zema (Novo) aparece com 38%.
Flávio e Lula oscilam um ponto
Na comparação com a rodada da Quaest divulgada em 14 de agosto, tanto Flávio quanto Lula tiveram os índices de rejeição numericamente elevados em um ponto percentual. As duas variações ocorreram dentro da margem de erro.
Flávio Bolsonaro tinha 54% e passou para 55%. O senador já ocupava a primeira posição no ranking de rejeição entre os principais candidatos no levantamento anterior.
A trajetória dos últimos meses mostra oscilações no indicador. No começo de agosto, Flávio registrava 54%, três pontos abaixo do resultado observado em julho. Em abril, 52% dos entrevistados afirmavam rejeitar o senador.
Lula passou de 52% na pesquisa de agosto para os atuais 53%. O presidente registrava 50% de rejeição em julho, 53% em junho e 55% em abril.
Os números indicam que, apesar das oscilações registradas ao longo dos últimos meses, os dois candidatos que ocupam as primeiras posições na corrida presidencial continuam enfrentando resistência de aproximadamente metade ou mais do eleitorado.
Pesquisa é a primeira desde o início da campanha
A nova rodada da Quaest foi realizada já durante a campanha eleitoral e depois do início da propaganda dos candidatos. As entrevistas também ocorreram em meio à repercussão das sabatinas realizadas pela TV Globo com os presidenciáveis.
Foram ouvidas 2.004 pessoas em todo o país entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-07065/2026..







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