Cobrado pela demora em proferir sentenças, Marcelo Bretas condena empresários acusados de fraude em licitações no Rio em 2016

O juiz Marcelo Bretas proferiu uma das duas sentenças no qual foi cobrado no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) pela demora na conclusão das ações penais. O magistrado condenou dois empresários pelos crimes de fraude à licitação e organização criminosa envolvidos em esquema no Governo do Rio em 2017. Os empresários são:  Cláudio…

O juiz Marcelo Bretas proferiu uma das duas sentenças no qual foi cobrado no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) pela demora na conclusão das ações penais. O magistrado condenou dois empresários pelos crimes de fraude à licitação e organização criminosa envolvidos em esquema no Governo do Rio em 2017.

Os empresários são:  Cláudio Vidal e Luiz Alberto Gonçalves, donos da JRO Pavimentação, acusados de pagar propina a autoridades estaduais. Os empresários haviam pedido à 1ª Turma Especializada que determinasse ao magistrado o proferimento da sentença em razão do bloqueio de bens que eles e a construtora sofriam.

Como a Folha de S. Paulo mostrou, o juiz da Lava Jato do Rio de Janeiro passou a ser cobrado pela demora em proferir sentenças. No caso dos empresários, o TRF-2 impôs um prazo de dois meses para a conclusão do processo.

Bretas apontou como uma das razões para o atraso a redução da equipe da 7ª Vara Federal Criminal, onde atua. O TRF-2 retirou 4 dos 16 servidores que auxiliavam o magistrado.

O magistrado ainda não proferiu a sentença na ação penal contra Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), acusado de participar do pagamento de propina para membros do COI (Comitê Olímpico Internacional) na votação que escolheu o Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016.

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