O presidente de Alerj, deputado André Ceciliano, afirmou nesta terça-feira que a decisão do Governo Federal de leiloar isoladamente o Santos Dumont, com as exclusão dos aeroportos deficitários de Minas Gerais, não garante a viabilidade operacional do Galeão.
Segundo Ceciliano, “ nada muda: caso não haja a limitação do número de passageiros do Santos Dumont para, no máximo, 7 milhões/ano e voos restritos à Ponte Aérea e aviação executiva, o Aeroporto Internacional do Galeão vai quebrar. E, com isso, perde a economia do Estado como um todo”.
Em postagem na redes sociais, o deputado afirmou que a mudança vai beneficiar somente o governo, pelo aumento do valor da outorga, e o futuro concessionário, que vai se livrar de três terminais deficitários.
“Quanto ao Rio, nada muda: caso não haja a limitação do número de passageiros do Santos Dumont para, no máximo, 7 milhões/ano e voos restritos à Ponte Aérea e aviação executiva, o Aeroporto Internacional do Galeão vai quebrar. E, com isso, perde a economia do Estado como um todo.
Antes, o argumento que existia para aumentar o número de passageiros e voos no Santos Dumont era porque a concessão obrigaria o vencedor a carregar aeroportos não rentáveis no interior de Minas Gerais. Agora, essa desculpa não existe mais.
Portanto, é hora de refazer a conta e mudar o ponto chave do edital para o Rio, que é o limite do número de passageiros do SDU”, escreveu






Deixe um comentário