É caótica neste momento a situação no CER-Barra, ao lado do Hospital Municipal Lourenço Jorge: pacientes com Covid-19 superlotam as salas, alguns recostados em cadeiras, com atendimento precário, pois faltam medicamentos básicos para o tratamento; não há azitromicina, tampouco corticoides, para o cumprimento dos protocolos básicos da doença. Em estresse, os médicos se veem impotentes diante da falta de quase tudo para garantir um mínimo de dignidade aos doentes.
De acordo com um profissional, que preferiu não se identificar, esta é uma das razões para o aumento do número de mortes no Rio.” Não faltam apenas leitos. Os pacientes internados não estão sendo tratados corretamente; recebem apenas dipirona”, desabafou.
Nesta semana, uma enfermeira do Lourenço Jorge já havia registrado queixa na Delegacia de Polícia por não haver médicos suficientes no hospital. Hoje, os médicos em trabalho devem apresentar queixa ao Cremerj, denunciando a falta absoluta de condições de trabalho.







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