O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu ontem (2) a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), de restituir o mandado do deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR).
O deputado havia sido cassado pelo TSE em outubro passado devido à publicação de vídeo, no dia das eleições de 2018, no qual afirmou que as urnas eletrônicas haviam sido fraudadas para impedir o voto no atual chefe do Executivo.
Em sua live semanal nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que a decisão da corte eleitoral havia sido “inacreditável”. Ele voltou a atacar o TSE e a espalhar teorias da conspiração sem provas contra o sistema eletrônico de votação e sobre o último pleito presidencial.
O presidente fez questão de frisar que a decisão contra Francischini foi tomada por um placar de 6 a 1, com voto favorável dos três ministros do Supremo que estavam na corte à época: Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.
Bolsonaro também afirmou que o TSE tem tomado “medidas arbitrárias contra o Estado democrático de Direito” e atacado “a democracia”. “Não querem transparência no sistema eleitoral”, disse.
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