Balança comercial brasileira registra superávit de US$ 9,3 bilhões em outubro

Saldo positivo cresceu 39,4% na comparação com outubro de 2025, impulsionado pelo avanço de 20% nas exportações, que somaram US$ 37,8 bilhões

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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 9,3 bilhões em outubro de 2026, uma alta de 39,4% em relação ao resultado do mesmo mês de 2025. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento das exportações, que avançaram em ritmo superior ao das importações, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No mesmo período do ano passado, o saldo positivo havia sido de US$ 6,7 bilhões. Com isso, o resultado de outubro deste ano representa um aumento de aproximadamente US$ 2,6 bilhões nas contas do comércio exterior brasileiro.

Exportações crescem 20% em um ano

As exportações brasileiras totalizaram US$ 37,8 bilhões em outubro, crescimento de 20% na comparação com os US$ 31,5 bilhões registrados no mesmo mês de 2025. Em valores absolutos, as vendas de produtos nacionais ao mercado internacional aumentaram US$ 6,3 bilhões em um ano.

As importações também cresceram, mas em velocidade menor. As compras brasileiras de produtos estrangeiros alcançaram US$ 28,5 bilhões, uma expansão de 14,8% em relação aos US$ 24,8 bilhões contabilizados em outubro do ano passado.

Corrente de comércio chega a US$ 66,3 bilhões

A expansão das duas operações elevou a corrente de comércio brasileira, indicador que representa a soma dos valores das exportações e importações. Em outubro, o volume movimentado chegou a US$ 66,3 bilhões, alta de 17,7% na comparação anual.

Em outubro de 2025, a corrente de comércio havia alcançado US$ 56,3 bilhões. A diferença representa um aumento de US$ 10 bilhões nas transações comerciais do Brasil com outros países.

O resultado demonstra que, apesar do avanço das importações, o crescimento mais expressivo das exportações garantiu a ampliação do saldo positivo. A diferença entre os US$ 37,8 bilhões vendidos ao exterior e os US$ 28,5 bilhões em produtos importados resultou no superávit de US$ 9,3 bilhões.

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