Após quase nove horas de combate intenso, o Corpo de Bombeiros conseguiu controlar o incêndio de grandes proporções que atingiu uma extensa área de vegetação na Estrada do Rio Morto, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O fogo começou por volta das 19h desta segunda-feira (28) e, segundo as autoridades, ninguém ficou ferido.
As equipes de emergência chegaram ao local cerca de meia hora após o início das chamas. Mais de 30 bombeiros, distribuídos em cinco unidades, participaram da operação, que contou com o apoio de 11 viaturas operacionais. Drones com câmeras térmicas também foram utilizados para monitorar o avanço do fogo e orientar as ações estratégicas de combate.
De acordo com os militares, o trabalho foi dificultado pelos fortes ventos registrados na região, que contribuíram para a rápida propagação das chamas. Além disso, o terreno acidentado e de difícil acesso exigiu que os bombeiros se dividissem em quatro frentes de atuação, concentrando esforços especialmente na contenção do fogo em áreas próximas a residências e a um heliponto, onde estavam armazenados tonéis de combustível.
Para chegar aos pontos mais críticos do incêndio, foi necessário abrir trilhas em meio à vegetação densa. A ação evitou que o fogo atingisse áreas habitadas, reduzindo o risco de danos materiais ou vítimas.
A origem do incêndio ainda é investigada. Segundo informações preliminares, o fogo teria começado na comunidade conhecida como Pombo sem Asa. O caso está sendo apurado pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), que vai apurar se houve ação criminosa ou negligência.
Nota do Governo do Estado
Depois de quase 9 horas de trabalho, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) conseguiu extinguir completamente o incêndio de grandes proporções que atingiu uma área de vegetação na Estada do Rio Morto, em Vargem Grande.
Mais de 30 bombeiros militares de cinco unidades atuaram na operação, com apoio de 11 viaturas operacionais. Drones com câmera térmica foram empenhados para fazer o monitoramento da área atingida, auxiliando na tomada de decisões estratégicas.
De acordo com as equipes, os fortes ventos registrados na região favoreciam a propagação das chamas e atrapalhavam a operação de extinção dos focos.
Apesar do terreno de difícil acesso, os bombeiros militares se dividiram em quatro frentes, em quatro lugares diferentes, e conseguiram acessar as áreas mais críticas, protegendo as residências mais próximas e o heliponto local, que tinha tonéis de combustível.
Foi necessário desbravar a vegetação para avançar até debelar por completo o incêndio. Não há registro de vítimas.






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