Alerj faz minuto de silêncio por policial civil morto após ser baleado em operação

Deputada Martha Rocha protocola concessão da Medalha Tiradentes post mortem ao piloto Felipe Marques Monteiro

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) realizou um minuto de silêncio em homenagem ao policial civil Felipe Marques Monteiro, que faleceu no último domingo (17). O pedido foi feito pela deputada Martha Rocha (PDT), que também informou ter protocolado a concessão da Medalha Tiradentes post mortem ao policial.

Felipe Marques Monteiro atuava como copiloto do helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro atingido durante uma operação na comunidade Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste da capital.

“A trajetória do Felipe foi exemplar. Ele viveu o que o hino da Polícia Civil diz: colocar a sua vida em prol da população. E nada mais justo do que também homenagear esse servidor com uma Medalha Tiradentes”, afirmou a deputada.

O presidente também mencionou a atuação do agente e disse ser importante que a segurança pública do Rio conte com profissionais com esse nível de comprometimento.

Ruas afirmou que todos sentem muito a perda e que o comandante colocou a própria vida em defesa da sociedade de bem do estado do Rio. Segundo o presidente, o agente esteve hospitalizado lutando ao lado da família. Ruas disse ainda que, por meio desta Presidência e em nome de todo o Parlamento, manifesta solidariedade.

Ação policial do Core

O fato ocorreu em 20 de março deste ano, no contexto da Operação Torniquete, que visava desarticular uma quadrilha especializada em roubos de vans. De acordo com as investigações, o grupo criminoso teria causado prejuízos superiores a R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico somente em 2024.

Durante o sobrevoo da aeronave da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), criminosos atiraram contra o helicóptero com armas de grosso calibre. Felipe foi atingido por um tiro de fuzil na cabeça. O disparo perfurou o crânio do policial, que foi socorrido em estado gravíssimo.

Internação durou meses até a confirmação da morte

O policial foi inicialmente encaminhado ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, e depois transferido para o Hospital São Lucas Copacabana, onde permaneceu internado por meses.

A morte foi confirmada por familiares nas redes sociais no último domingo (17). A informação sobre o falecimento também foi repercutida na Alerj, resultando no minuto de silêncio proposto pela deputada Martha Rocha.

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