Alerj encerra o ano legislativo com recorde de produtividade

Em meio à crise sanitária mundial da pandemia do coronavírus, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi a primeira Casa Legislativa do Brasil a adotar protocolos de segurança, no dia 13 de março. Mesmo assim, a produtividade do Parlamento Fluminense atingiu marcas históricas. Foram mais de 350 sessões extraordinárias, 872% a…

Em meio à crise sanitária mundial da pandemia do coronavírus, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi a primeira Casa Legislativa do Brasil a adotar protocolos de segurança, no dia 13 de março. Mesmo assim, a produtividade do Parlamento Fluminense atingiu marcas históricas.

Foram mais de 350 sessões extraordinárias, 872% a mais que em 2019, além de 1.600 projetos de lei apresentados, a maioria com relação a crise social e econômica devido ao coronavírus. Desse total, 435 já são leis estaduais. Já as comissões realizaram 318 reuniões. Os números e o relatório de atividades de 2020 foram apresentados pelo presidente do Parlamento Fluminense, deputado André Ceciliano (PT), durante sessão solene de encerramento do ano legislativo.

“Este ano foi atípico para todo mundo. Perdemos amigos, mas renascemos. A Alerj uniu forças com todos os setores públicos e privados para auxiliar o povo nessa luta, que foi a luta em defesa da vida. Fizemos um trabalho de organizar as possíveis soluções, juntando os protagonistas que podem sempre trazer a solução para os problemas. O diálogo foi intenso na Casa Legislativa. Nunca estivemos tão unidos, mesmo com todas as diferenças e adversidades. Nosso trabalho, e trabalhamos muito, foi de legislar e fiscalizar. E nos adaptamos, migrando para a era digital, com sessões e audiências remotas e semi-remotas”, afirmou o presidente da Alerj.

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