O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro julga nesta quinta-feira (20) Vitor Teodoro Cossich, acusado pela morte da cientista social e ativista trans Bárbara Vergetti Martins de Souza, de 34 anos.
A sessão está marcada para as 13h. Bárbara desapareceu depois de sair de casa, em Copacabana, para encontrar Cossich, com quem mantinha um relacionamento.
O corpo da cientista social foi encontrado em 1º de outubro de 2024, no imóvel onde o acusado morava, no Cachambi, na Zona Norte do Rio. Segundo o laudo, a causa da morte foi asfixia provocada por esganadura.
Cossich foi preso durante as investigações e confessou o crime à polícia. O caso passou a ser tratado como feminicídio no decorrer da apuração e do processo judicial.
Bárbara era cientista social e ativista
Bárbara Vergetti tinha 34 anos, era formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e estava participando de processo seletivo para o mestrado em Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP).
Durante a graduação na UFF, ela teve atuação na defesa dos direitos da população trans, com destaque para a luta pelo reconhecimento e uso do nome social por estudantes trans.
A acusação sustenta que a violência contra Bárbara deve ser analisada também considerando sua identidade de gênero. O julgamento desta quinta-feira deverá avaliar as circunstâncias da morte e a responsabilidade criminal atribuída ao réu.







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