Quando se imagina que Wilson Witzel, o Breve, se deu por vencido, eis que ressurge redivivo o personagem nefasto da política fluminense. Nesta segunda-feira (24), o ex-governador, que perdeu o mandato por corrupção, entrou com mandado de segurança no Tribunal de Justiça pedindo a suspensão do seu impeachment, revela o repórter Eduardo Tchao, da Rede Globo.
O caso foi enviado ao órgão especial do TJ. O desembargador Bernardo Garcez foi sorteado como relator do caso. Ele deve decidir se concede liminar pra defesa de Witzel até o fim desta semana.
Na alegação, os novos advogados do ex-governador – Diego Pereira e Eliakim Metzker, ambos do Espírito Santo – dizem que ele foi julgado por um tribunal de exceção e pedem que ele seja imediatamente reempossado como governador.
No fim de abril, Witzel perdeu o cargo de governador após ser julgado tribunal misto do impeachment e teve os direitos políticos anulados. Os dez julgadores – cinco deputados e cinco desembargadores – consideraram Witzel culpado por crime de responsabilidade na gestão de contratos na área da Saúde durante a pandemia. Eram necessários sete para o impeachment ser confirmado.
O tribunal também decidiu que o ex-juiz-federal ficará inelegível e proibido de exercer cargos públicos por 5 anos.
Witzel, o Breve, diz que foi julgado por um tribunal de exceção e pede para voltar ao cargo em nova ação no TJ
Quando se imagina que Wilson Witzel, o Breve, se deu por vencido, eis que ressurge redivivo o personagem nefasto da política fluminense. Nesta segunda-feira (24), o ex-governador, que perdeu o mandato por corrupção, entrou com mandado de segurança no Tribunal de Justiça pedindo a suspensão do seu impeachment, revela o repórter Eduardo Tchao, da Rede…






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