RICARDO BRUNO
Em abril de 2021, o desembargador Henrique Figueira, então presidente do TJ, comandou o tribunal misto que cassou o mandato do governador Wilson Witzel, abrindo caminho para ascensão do vice Cláudio Castro ao topo da administração estadual.
Três anos depois, por ironia do destino, Figueira está novamente no epicentro de um outro caso rumoroso que pode apear do poder o mandatário fluminense. Ele preside o TRE-RJ no momento em que a Corte julga ação que pode levar à cassação da chapa de Cláudio Castro nas eleições de 2022 e, por extensão, o mandato do governador.
A coincidência levou um colega do tribunal a provocá-lo com ironia na manha desta quarta-feira: “Será que o amigo passará à história como “caçador” de governadores?”.





