Três cães baleados foram socorridos entre sábado (8) e domingo (9) nas unidades de saúde veterinárias públicas do Rio. Os casos ocorreram em diferentes regiões da cidade, segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais.
Desde setembro, a pasta já atendeu 11 casos de animais baleados no município.
Pitbull baleado no Centro
Na manhã deste domingo (9), moradores socorreram um pitbull atingido por um disparo na pata dianteira direita na Rua do Senado, no Centro. O animal foi levado ao Hospital Veterinário Jorge Vaitsman, na Mangueira, onde recebeu os primeiros cuidados e foi sedado.
A cirurgia para retirada da bala está prevista para esta segunda-feira (10). Após a recuperação, ele será disponibilizado para adoção.
Cadelinha atingida por bala perdida em Irajá
No sábado (8), a cadelinha Aurora, uma vira-lata caramelo de um ano e sete meses, foi atingida por uma bala perdida enquanto estava no quintal de casa, em Irajá, na Zona Norte. Ela recebeu atendimento no Hospital Municipal São Francisco de Assis, no mesmo bairro, e está bem.

O tutor, Júlio, afirmou que a cadela não costuma sair de casa. “Ela não sai de casa pra nada, porque é muito medrosa. Só vai no quintal. Não sei de onde veio essa bala, porque não moramos perto de nenhuma comunidade”, disse.
Pitbull é ferido a tiros e facadas no Alemão
Ainda no sábado, um pitbull chamado Bob foi ferido por tiros e facadas no Complexo do Alemão. O animal havia fugido de casa e se envolvido em uma briga com um cão vizinho.

Segundo informações recebidas pela equipe, pessoas da localidade dispararam contra o cão e deram golpes de faca, para separar a briga. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu neste domingo.
O outro cão envolvido, que também teria sido atingido por um tiro e estava muito machucado, não resistiu aos ferimentos e também morreu.
Casos são comunicados à polícia
A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais informou que casos de agressão e ferimentos por arma de fogo contra animais são registrados e encaminhados às autoridades policiais para investigação.
“É cada vez mais comum atendermos animais jurados de morte ou vítimas de balas perdidas. Por isso, criamos um protocolo em que cada um destes casos é registrado e comunicado às autoridades policiais, para que se investigue. Maltratar animais é crime e dá entre dois e cinco anos de prisão. Infelizmente, ninguém está seguro no Rio de Janeiro. Nem os seres humanos nem os animais”, afirmou o secretário da pasta, Luiz Ramos Filho.






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