STF forma maioria e decide manter prisão de Robinho por estupro em Milão

Ex-jogador, condenado a nove anos na Itália, segue preso no Brasil

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (28) pela manutenção da prisão do ex-jogador Robinho, condenado por envolvimento em um caso de estupro na Itália, segundo informações da Agência Brasil. Ele cumpre uma sentença de nove anos de prisão pela participação no ataque a uma mulher em 2013, em uma boate de Milão.

Até o momento, seis dos onze ministros se manifestaram a favor da continuidade da detenção, enquanto o julgamento segue até sexta-feira (29). O STF analisava um recurso da defesa de Robinho contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que homologou a sentença italiana e determinou sua prisão imediata, em março deste ano.

Os ministros que votaram pela manutenção da prisão foram Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin. O único voto favorável à libertação do ex-jogador foi de Gilmar Mendes, que argumentou que a prisão deveria ocorrer somente após o término dos recursos disponíveis contra a decisão do STJ.

Atualmente, Robinho está detido no complexo penitenciário de Tremembé, em São Paulo, onde aguarda o desfecho do julgamento.

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