‘Socorro!’: mãe e filha ficam presas em lavanderia na Lapa e caso vai parar na DP; vídeo

Mulheres acionaram a PM após porta fechar automaticamente; proprietário afirma que clientes danificaram estabelecimento e registrou ocorrência

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Mãe e filha ficaram trancadas dentro de uma lavanderia de autoatendimento na Rua do Resende, na Lapa, região central do Rio, na noite desta terça-feira (1º), em um caso que foi parar na delegacia. As duas afirmaram que ficaram presas antes do horário previsto para o fechamento, enquanto o proprietário alega que elas causaram danos ao comércio.  

Bárbara Cristina Pereira Tamanqueira relatou que chegou ao local com a filha, Stefany Tamanqueira da Silva, por volta das 22h30. Enquanto esperavam o término da lavagem, os serviços de pagamento, televisão e internet foram desligados. Na sequência, a porta se fechou e as duas ficaram impedidas de sair. Segundo as informações, a lavanderia deveria encerrar o funcionamento à meia-noite. 

Desespero

Sem conseguir sair do estabelecimento, as duas se desesperaram e começaram a gritar. Em vídeos gravados, a mãe aparece aflita batendo no vidro da porta enquanto pede por socorro. Assista abaixo: 

As duas acionaram a Polícia Militar, que convocou o responsável pela lavanderia. O dono, então, destrancou a porta do estabelecimento.

Após o episódio, Bárbara passou mal e procurou atendimento médico. Ela também registrou uma ocorrência na 5ª DP (Mem de Sá). 

Danos

O proprietário da lavanderia, Luiz Batista, lamentou o ocorrido, mas afirmou que as clientes causaram danos ao estabelecimento. Segundo ele, uma porta e a iluminação de emergência foram danificadas.

“Foi uma fatalidade. A porta fechou e, infelizmente, duas senhoras ficaram presas dentro da lavanderia. Cheguei prontamente para abrir a porta. Mas, infelizmente, depredaram minha lavanderia. Fiz um boletim de ocorrência.”

O proprietário também afirmou que, após o episódio, as mulheres teriam feito pedidos de ressarcimento. “Começaram a me pedir remédios, Uber, começaram a me fazer várias solicitações de dinheiro, dois meses de lavagem de graça e aí, para mim, não deu.”

Luiz Batista registrou uma ocorrência na 9ª DP (Catete), alegando extorsão.

Segundo a Polícia Civil, as investigações estão em andamento na 5ª DP (Mem de Sá) e na 9ª DP (Catete), e os agentes realizam as diligências necessárias para apurar todos os fatos.

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