Setor de petróleo e gás recebe bem a nomeação de Prates na presidência da Petrobrás

Entidades do setor de petróleo e gás elogiaram a indicação do senador Jean Paul Prates (PT-RN) à presidência da Petrobrás, pelo presidente diplomado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informa a Folha de S. Paulo. O senador é conhecido no mercado e visto como “uma pessoa qualificada e conhecedora dos desafios do setor”, de acordo com o jornal.…

Entidades do setor de petróleo e gás elogiaram a indicação do senador Jean Paul Prates (PT-RN) à presidência da Petrobrás, pelo presidente diplomado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informa a Folha de S. Paulo.

O senador é conhecido no mercado e visto como “uma pessoa qualificada e conhecedora dos desafios do setor”, de acordo com o jornal.

“Antes de tudo, Prates é um nome preparado. Ao longo de seu mandato como senador, Prates sempre teve posição de protagonismo em todas as discussões que envolveram o setor energético”, declarou o presidente da Abegás (Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado), Augusto Salomon.

Já o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás) destaca a “capacidade de diálogo” como uma das virtudes do futuro líder da estatal: “o indicado possui largo currículo acadêmico e experiência consolidada no setor, aliada à grande capacidade de diálogo amplamente demonstrada no exercício de seu recente mandato como senador”.

Tais atributos citados destacam o prestígio que Prates tem no setor, mesmo adotando posições que, por vezes, podem desagradar o mercado financeiro. O senador, por exemplo, já afirmou que a política de preços dos combustíveis vau mudar no governo Lula, defendendo rever a utilização do Preço de Paridade de Importação (PPI) como referência para os preços internos dos combustíveis.

“Quando falar em extinguir ou parar de usar o PPI como referência, não é que vamos desgarrar o preço completamente do mercado internacional, o país não é louco, não vamos criar uma economia paralelamente no Brasil. Quer dizer que vamos parar de balizar o preço da porta da refinaria com o preço de um produto produzido em lugares completamente aleatórios, distantes, do mundo, mais frete e mais despesas de colocação”, defende Prates.

O posicionamento de Prates também o aproxima de entidades de petroleiros, como a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que exaltou a suai indicação.

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