Senado segue Câmara e rejeita veto de Bolsonaro ao fundão eleitoral de R$ 5,7 bilhões

Senadores rejeitaram, nesta sexta-feira (17/12), por 53 votos a 21, em sessão do Congresso Nacional, o veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2022 que amplia o fundo eleitoral de R$ 2,1 bilhões para R$ 5,7 bilhões para o ano que vem. Antes, o veto já havia sido…

Senadores rejeitaram, nesta sexta-feira (17/12), por 53 votos a 21, em sessão do Congresso Nacional, o veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2022 que amplia o fundo eleitoral de R$ 2,1 bilhões para R$ 5,7 bilhões para o ano que vem. Antes, o veto já havia sido derrubado, por 317 votos a 146, pela Câmara dos Deputados.

Os parlamentares haviam incluído na LDO as regras para a elaboração do Orçamento de 2022, e aprovaram a ampliação do fundão em julho deste ano.

Ao vetar, o Executivo disse que o montante comprometeria outras previsões orçamentárias. Contudo, em reserva, aliados destacam que Bolsonaro precisava dar uma resposta ao eleitorado dele, mas não trabalharia para manter o veto.

O presidente não havia se manifestado contrário sobre a aprovação do montante até surgirem críticas dos apoiadores. A partir daí, Bolsonaro culpou o vice-presidente do Congresso, Marcelo Ramos (PL-AM), pela aprovação do fundão.

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