O ambicioso projeto de Quaquá: eleger 12 deputados federais, comandar o PT e chegar ao Senado

Se tudo sair como planeja, estará pavimentado o caminho para sua candidatura ao Senado em 2030.

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Pensar fora da caixa, sempre com ousadia e alguns devaneios utópicos, é talvez a principal marca de Washington Quaquá, o polêmico prefeito de Maricá. Nesta eleição, o petista lançou as bases de um megaprojeto que visa credenciá-lo a disputar uma vaga no Senado em 2030. Para isso, pretende ajudar a eleger 12 deputados federais — petistas e não petistas.

A bancada de Quaquá é ampla e inclui representantes do PP, PSDB e PDT, além, obviamente, de petistas e integrantes da Federação Brasil da Esperança. Se for bem-sucedido na empreitada, poderá contar com uma bancada maior do que a de muitos partidos fluminenses em Brasília.

O time é capitaneado por seu filho, Diego Zeidan (PT), e conta ainda com a participação de:

• Celso Pansera (PT)
• Rubens Bomtempo (PT)
• Benny Briolly (PT)
• Bandeira de Mello (PV)
• Léo Picciani (PV)
• Bebeto (PP)
• Marcos Tavares (PDT)
• Juninho do Pneu (PSDB)
• Edmundo Vasco (PSDB)
• Ricardo Abraão (PSDB)
• Murilo Gouvêa (PSDB)

Alguns buscam a reeleição, enquanto outros tentam conquistar o mandato pela primeira vez. Todos, contudo, mantêm estreitos laços de amizade com o petista e se comprometem com uma atuação conjunta em favor do Rio de Janeiro e de pautas consideradas de interesse da sociedade brasileira.

Quaquá dá de ombros às especulações de adversários que apostam em sua eventual saída do PT. Ao contrário, prepara-se como nunca para disputar a presidência nacional da legenda em 2029. Em articulação com diretórios de todo o país, tenta unir o chamado “PT raiz” a setores desenvolvimentistas, progressistas e democráticos do centro e da direita. O objetivo é consolidar um novo bloco político de esquerda aliado ao centro, com pelo menos 40 deputados federais e dois senadores.

Como não economiza audácia, Quaquá já começou também a organizar para setembro uma espécie de Davos brasileira em Maricá. A proposta é reunir empresários de projeção nacional, políticos, líderes populares e juristas para debater as bases de um novo projeto de desenvolvimento para o país: o Projeto Brasil. André Esteves do BTG Pactual e o renomado Kakay, um dos gigantes da advocacia nacional, estão entre as estrelas do evento.

Se tudo sair como planeja, estará pavimentado o caminho para sua candidatura ao Senado em 2030.

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