Rogério Marinho é levado a hospital ao passar mal durante agenda da campanha de Flávio

Senador e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro foi encaminhado ao DF Star, em Brasília, após compromisso eleitoral em Goiânia; boletim aponta febre e mal-estar.

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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro, foi levado a um hospital em Brasília após passar mal nesta terça-feira (6), depois de participar de uma agenda eleitoral em Goiânia.

Segundo a assessoria do senador, Marinho viajou de avião de Goiânia para Brasília após o evento. Ao desembarcar, foi encaminhado diretamente ao Hospital DF Star, onde passou por exames.

Boletim médico aponta febre e mal-estar

O hospital informou, pouco depois das 21h, que Rogério Marinho foi admitido com quadro de febre associado a mal-estar. O senador permaneceu internado para realização de exames e tratamento clínico.

Antes da divulgação do boletim, a assessoria havia informado que poderia ter ocorrido uma queda de pressão. Em nota, também afirmou que Marinho teve um mal-estar durante o retorno a Brasília e que foi levado ao hospital por precaução.

Senador participou de agenda com Flávio e Tarcísio

Horas antes de passar mal, Marinho havia participado de compromissos da campanha de Flávio Bolsonaro. Ele esteve em Goiânia ao lado do candidato e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em um evento de apoio do ex-governador Ronaldo Caiado ao candidato do PL.

Caiado terminou o primeiro turno da eleição presidencial em quinto lugar, com 2,18% dos votos. Antes da viagem, Marinho também participou de reuniões com Flávio Bolsonaro na sede da campanha, em Brasília.

Marinho esteve no STF antes de viajar

Ainda nesta terça-feira, o senador participou de uma reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Após o encontro, afirmou que havia levado ao ministro preocupações sobre o que classificou como interferências do Judiciário em outras instâncias, incluindo o Tribunal Superior Eleitoral.

Marinho também voltou a defender uma mudança no regimento interno do Senado para estabelecer que um requerimento assinado por 49 senadores resulte na abertura automática de um pedido de impeachment, sem depender da decisão do presidente da Casa.

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