O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou há pouco que, embora tenha decidido abrir caminho para o funcionamento de três CPIs, entre elas a do MEC, isto só vai acontecer depois das eleições, porque esta foi a posição adotada pela maioria dos líderes de bancada e dos partidos.
A notícia está no G1.
Depois de afirmar que não se oporia à CPI do MEC e outras que sejam propostas, Pacheco se reuniu com líderes do Senado para tratar do assunto.
A oposição vem pressionando pela instalação da CPI do MEC, que investigará denúncias de corrupção na pasta durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro.
Em reação, os senadores governistas começaram a defender a criação de outras CPIs que eles já haviam articulado. Uma delas é para investigar o crime organizado e o narcotráfico.
“O Senado, integralmente, reconhece a importância das CPIs para investigar ilícitos no MEC, desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e narcotráfico. Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas”, escreveu Pacheco em uma rede social.
“Porém, a ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”, completou o presidente do Senado.






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