Depois de um bate-boca com a deputada estadual Renata Souza em plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, o deputado Renan Jordy voltou a defender ação da Polícia que culminou na morte do jovem Herus Guimarães, que Jordy alega ter sido em ponto de venda de drogas no Santo Amaro, no Catete.
Além de explorar o assunto no dia seguinte à discussão com a psolista, que a fez pedir para ele se retirar da área onde falava ao microfone, o irmão do deputado Carlos Jordy levou o assunto às redes sociais e confrontou a versão da mãe do jovem, de que ele tinha ido comprar um hambúrguer.
“A Polícia Militar e o BOPE estavam em um bequinho lá da rua Amaro, onde todos conhecem. Exatamente no mesmo lugar que o senhor Herus tinha costume de frequentar, o que me parece, pela foto, recorrente”, disse durante sessão plenária, apresentando imagens que afirma ser de Herus com outro jovem de “radinho” e pistola.
Jordy ainda chegou a elogiar a ação do Bope na comunidade na própria quarta-feira (11).
“Não há mais tempo para cometermos injustiças com nossos policiais militares”, disse Renan Jordy
Em suas redes sociais, o parlamentar reiterou que “o caso Herus escancara, mais uma vez, o quanto é difícil ser policial no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro” e considerou que a esquerda transforma a morte de criminosos, tratados como vítimas, em palanque político, demonizando as forças de segurança.
Já Renata Souza voltar a lamentar o episódio, lembrando que colegas tiveram que fazer um cordão de isolamento para evitar ataques a ela, que estava com a pequena Rubi, sua bebê no colo. Ela classificou o episódio de ‘violência política contra mulher’ e disse que nem fala o nome do deputado, pois o próprio irmão (Carlos Jordy -PL) quer proibir o niteroiense de usar o sobrenome da família politicamente.





