O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso nesta quarta-feira (3), suspeito de vazar informações da operação que levou à prisão do deputado Thiego Raimundo dos Santos, o TH Jóias.
Bacellar é advogado tributarista de formação, especialista em Direito Constitucional e Direito Administrativo pela Faculdade Damásio.
Entre 2007 e 2009, atuou como assessor da Secretaria-Geral de Planejamento do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e, de 2009 a 2011, presidiu a Fundação Estadual do Norte Fluminense (Fenorte).
Ele cumpre atualmente seu segundo mandato como deputado estadual. Sua entrada na Alerj foi em 2018, eleito pelo Solidariedade com 26.135 votos, e se reelegeu em 2022 pelo PL, quando recebeu 97.822 votos.
Em 2025, os deputados o reconduziram à presidência da Alerj por unanimidade. Seu nome também era cotado como possível candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2026.
Com a prisão desta quarta, Bacellar se torna o segundo presidente da Assembleia Legislativa detido no exercício do cargo. Antes dele, Jorge Picciani havia sido preso em 2017, durante a operação Cadeia Velha.
A Alerj informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre a operação ocorrida nesta manhã. “Assim que tiver acesso a todas as informações, irá tomar as medidas cabíveis”, diz a nota.






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