Projeto Bem Viver promove saúde para terceira idade em comunidades

O programa, que prioriza mulheres, oferece uma grade diversificada de atividades físicas e de bem-estar

O Projeto Bem Viver, executado pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia (Ibratec) com o apoio da Universidade do Estado do Rio (Unirio) e do Ministério da Educação, promove saúde e qualidade de vida voltadas à população idosa no Rio de Janeiro. O programa, que prioriza mulheres da terceira idade, oferece uma grade diversificada de atividades físicas e de bem-estar distribuídas por múltiplos polos comunitários.

Segundo a presidente do Ibratec, Aline Félix, o projeto representa “uma entrega concreta de cuidado e presença do Estado no cotidiano das pessoas que mais precisam”. Ela destaca que o foco não é apenas a prática de atividades físicas, mas a construção de um ambiente de convivência e estímulo:

“O Bem Viver é mais do que uma agenda de aulas — é uma política de acolhimento. Queremos que cada participante se sinta parte de uma rede de apoio, capaz de promover saúde, autoestima e pertencimento. Nosso compromisso é garantir que a população idosa tenha acesso a oportunidades reais de bem-estar, perto de casa e com regularidade”, afirma.

A estrutura do programa conta com polos instalados em diferentes regiões do Rio de Janeiro, cada um oferecendo modalidades como funcional, dança, dança de salão, balé e outras práticas de baixo impacto que favorecem mobilidade, autonomia e socialização.

Entre os destaques da rede, estão:
– Vidigal (Centro Cultural – Largo do Santinho), com aulas de balé e funcional;
– Complexo Pavão-Pavãozinho Cantagalo (Associação de Moradores), com dança de salão e funcional;
– Rocinha (Complexo Esportivo – Curva do S), com dança de salão e funcional;
– Senador Camará (Rua Otacílio Francisco Porto, 6), com dança de salão e funcional;
– Ilha de Guaratiba (Estrada da Ilha, 4455), com dança e funcional;
– Barra de Guaratiba (Estrada Roberto Burle Marx, 9907), com dança e funcional;
– Triagem (Rua Licínio Cardoso, 59), com funcional.

Cada unidade opera com calendário próprio, alinhado à demanda local e às especificidades do público atendido — o que permite expansão contínua e maior adesão das comunidades.

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