A Prefeitura do Rio vai ampliar, na próxima segunda-feira (24), a operação do Rio Rotativo Digital para a Barra, São Conrado e Tijuca. Com a nova etapa, o sistema de estacionamento público pago passará a operar em cerca de 4 mil vagas em diferentes regiões da cidade.
A expansão acrescentará aproximadamente 1,2 mil vagas ao sistema. Em São Conrado, o Rio Rotativo Digital será implantado na orla. Na Barra da Tijuca, a operação ocorrerá no trecho entre a Praia dos Amores e a Praça do Ó. Já na Tijuca, as vagas atendidas ficarão no entorno da Praça Afonso Pena.
O modelo, integrado ao aplicativo Jaé, substitui os antigos talões de papel. A implantação das novas áreas também incluiu a instalação de sinalização específica para identificar as vagas e orientar os motoristas.
Pagamento é feito pelo aplicativo Jaé
Para utilizar uma vaga sinalizada, o motorista deve acessar o aplicativo Jaé e selecionar a opção Rio Rotativo. Em seguida, é preciso confirmar o endereço identificado automaticamente pelo GPS, informar a placa do veículo e escolher o período de permanência.
O pagamento pode ser feito por Pix ou cartão de crédito diretamente pelo aplicativo.
A tarifa é de R$ 2 para até duas horas de estacionamento, com possibilidade de renovação até o limite máximo de seis horas. Após esse período, o veículo fica sujeito às regras previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Implantado inicialmente no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, em 17 de julho, o sistema foi posteriormente ampliado para a orla e ruas de Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon. A nova etapa levará o Rio Rotativo Digital a cerca de 4 mil vagas.
Desde o início da operação, a plataforma já registrou mais de 103 mil validações de períodos de estacionamento de duas horas.
Guardadores não podem aplicar multas
Segundo a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), 235 guardadores estão cadastrados e aptos a atuar na operação. Eles orientam os motoristas sobre o funcionamento do sistema e auxiliam na coleta de informações sobre a ocupação das vagas.
Os profissionais credenciados não recebem pagamentos diretamente dos usuários e não têm poder de fiscalização ou aplicação de multas. Os autos de infração continuam sendo lavrados exclusivamente pela autoridade de trânsito, como guardas municipais, com base nas imagens e nos registros gerados pela plataforma tecnológica.







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