Prefeito sanciona lei que inclui o Dia da Fundação da Assembleia de Deus no calendário oficial do Rio

Próximo dia 22 já será contemplado com nova medida

O prefeito Eduardo Paes sancionou nesta quarta-feira (12) a Lei nº 8.939/2025, que inclui o Dia da Fundação da Assembleia de Deus no Rio de Janeiro no Calendário Oficial da Cidade. A data será comemorada anualmente em 22 de junho. A iniciativa, de autoria do vereador Marcos Dias (PODE), integra as celebrações pelos 101 anos da igreja na capital fluminense. Um Culto Cívico está previsto para o dia 23 de junho, às 18h, na Câmara Municipal.

A sanção da nova lei consolida a data de 22 de junho como referência oficial para a história da Assembleia de Deus no Rio, agora inserida no calendário municipal por meio da Lei nº 5.146/2010.

A proposta foi aprovada por unanimidade na Câmara e representa um marco simbólico e institucional da relevância da igreja para a vida social, espiritual e cultural da cidade. Como parte das comemorações, um Culto Cívico será realizado no dia 23 de junho, às 18h, no Plenário da Câmara Municipal, com a presença de fiéis, pastores, autoridades civis e representantes de diversas congregações da Assembleia de Deus no estado.

Além da atuação parlamentar, Marcos Dias é também pastor auxiliar da Catedral das Assembleias de Deus em Santa Cruz (CADESC), igreja vinculada ao Ministério de Madureira, sob a liderança do bispo Abner Ferreira. Sua trajetória na igreja fortalece o vínculo direto com as pautas da fé cristã e da valorização da cultura evangélica na cidade.Outra medida complementar aprovada neste semestre foi a Lei nº 8.940/2025, também de autoria do vereador, que reconhece o tradicional Círculo de Oração como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Município do Rio de Janeiro.

A prática, exercida majoritariamente por mulheres, é reconhecida por sua importância histórica e espiritual no fortalecimento da fé cristã pentecostal.

Segundo Marcos Dias, as homenagens vão além do aspecto religioso e reconhecem a atuação da igreja como agente de transformação social.

“A Assembleia de Deus não é apenas uma igreja. É uma força viva que há mais de um século transforma comunidades, acolhe famílias e sustenta valores que dão sentido à vida. Reconhecer essa trajetória no calendário oficial e na memória cultural da cidade é mais do que um gesto simbólico – é afirmar que fé, serviço e esperança também constroem o Rio de Janeiro”, justifica.

As leis sancionadas fortalecem o vínculo entre política pública, fé e cultura, contribuindo para uma visão mais ampla e inclusiva da história da cidade.

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