O policial civil Alzino Carvalho de Souza, apontado pelas investigações do Ministério Público como segurança do contraventor Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, se apresentou, nesta segunda-feira (12), à 76ª DP (Niterói) e foi preso.
Ele tinha um mandado de prisão em aberto acusado de homicídio qualificado.
As informações são do Dia online.
Segundo a Polícia Civil, em paralelo à prisão de Alzino, a Corregedoria-Geral instaurou Processo Administrativo Disciplinar (PAD).
O policial estava foragido da Justiça desde o início de dezembro de 2022. Ele é acusado de envolvimento no assassinato do pastor Fábio Sardinha, de 41 anos, em Colubandê, em São Gonçalo, em 1º de julho de 2020.
Na ocasião, o homem estava com seu pai e, ao descer do carro, foi abordado por dois homens em uma motocicleta, que atiraram contra ele.
A vítima morreu no local. De acordo com o Ministério Público do Rio, o crime tem características de execução sumária. O mandante teria sido o bicheiro e militar da reserva do Exército Capitão Guimarães, que cumpre prisão domiciliar.
Ele foi capturado em 7 de dezembro, em uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público do Rio (MPRJ) que investiga a morte de Fábio, supostamente cometida pela organização criminosa que controla jogos ilegais em Niterói, São Gonçalo e outros municípios da Região Metropolitana do Rio. Mas foi liberado da cadeia na última sexta-feira (9), após a Justiça atender a um pedido de habeas corpus.
Na mansão do contraventor, em Camboinhas, na Região Oceânica de Niterói, foram encontrados, no dia da operação, um fuzil e um kit que transforma pistola em arma longa, com munições e carregadores, e os agentes prenderam Ailton em flagrante.
No imóvel, também foram apreendidos dois carros de luxo, dos modelos Mercedes-Benz GLE 400d 4MATIC, avaliado em cerca de R$ 620 mil, e Mercedes-Benz C180, que custa, em média R$ 350 mil.





